quarta-feira, 16 de março de 2011

A ULTIMA VIAGEM



Em meados do século XVII, o Grande Galeão recheado de ouro, prata e açucar, navegava imponente na noite fria e nevoenta no mar do Caribe. A maioria da tripulação (que era nada menos que duzentos marujos ao todo) descansava nas cabines e sonhavam com a chegada a Inglaterra onde beberiam muito rum nas tabernas e transariam em demasio, enquanto alguns trabalhavam no convés sendo observados pelo jovem capitão John. Enquanto caminhava pelo convés, apertando algo no bolso da calça, o capitão ditava ordens e vez ou outra, ajudava um marujo a puxar uma corda. Diferente das outras viagens que fizera, o capitão estava um pouco entristecido. O motivo era que aquela seria sua última viagem como capitão depois de cinco anos comandando o navio. Gostava muito da sua profissão, embora fosse um tanto arriscada, pois a qualquer momento, poderia ser atacado por piratas, saqueado, perder seus marujos e até acabar sendo morto. Mas isso nunca o impedira de seguir viagem, pelo contrário, achava que esses riscos temperavam ainda mais a aventura. Mas ele tinha certeza que iria se conformar mais tarde, afinal, estava abandonando a profissão para se casar com uma jovem que amava imensamente e não ficaria sem emprego, gerenciaria uma das empresas do pai.
Com o coração um pouco mais leve ao se imaginar num domingo no quintal de sua casa em Londres plantando legumes com a mulher enquanto os futuros filhos brincavam na terra, o capitão se dirigiu a proa e tirou o objeto que segurava no bolso. Era um anel de ouro incrustado de diamantes. Fora sua mãe quem o dera na véspera de sua morte, há quinze anos quando ele ainda era um adolescente obcecado pela vida no mar. Dissera ela que seu tataravô comprara o anel para sua tataravó e o mostrou a um amigo faquir que encantara o anel para ele. Segundo o faquir, o anel deveria ser dado a quem se amasse muito e a pessoa que o receber, poderia fazer um pedido ao qual seria realizado. O anel tinha o poder de realizar qualquer pedido, menos trazer a vida de volta. A mãe do capitão dissera que sua tataravó não acreditava no poder do anel, por isso, jamais fizera um pedido a ele, afinal, tinha tudo o que queria, um homem que amava, dinheiro e saúde e não fora diferente com as outras pessoas que o possuíram, ao ser passado de geração a geração. Nem mesmo a mãe do capitão acreditara, ela assim como ele, achava aquila história de encantamento uma babaquice. O capitão havia planejado meses atrás dar o anel na sua festa de noivado que seria dali a uma semana, um dia depois de chegar a Londres, mas achava que não conseguiria esperar mais nem um dia. Lucy acompanhava-o naquela última viagem e devido a isso a fome de vê-lo no delicado dedo da moça era incontrolável. Resolveu então dá-lo a ela assim que a visse pela manhã.
_ Então, senhor capitão – disse uma voz doce atrás dele, sobressaltando-o – Vai preferir passar a noite nesse convés frio á dormir na sua cabine confortável e quente?
O capitão repondo o anel no bolso virou-se e um sorriso se iluminou na sua face branca e pálida.
_ Quero aproveitar – disse segurando as mãos de Lucy – Afinal, essa é minha última viagem.
Ao dizer isso, Lucy baixou o olhar e uma fina ruga de preocupação surgiu em sua fronte.
_ Espero que esteja fazendo a o que acha melhor, John. Sei o quanto gosta do mar e... me sinto culpada por...
_ Não, Lucy... – interrompeu-a o capitão erguendo seu queixo para que ela o fitasse – Estou fazendo a escolha certa. Amo o mar imensamente, mas meu desejo de ficar contigo, de ter filhos e estar presente em sua vida todos os dias é maior do que minha vontade de continuar como capitão. Seria tolo se abrisse mão do amor que sinto por você para viver no mar. Abro mão de qualquer coisa para ficar com você, pois você é o que ha de mais importante em minha vida. Vamos! Não precisa se sentir culpada.
Ele então a abraçou e ela aconchegou seu rosto em seu peito e os dois ficaram um longo momento assim. Os marujos os observavam discretamente, ávidos de vontade de ter uma mulher para abraçar naquela noite fria, mas deviam se conformar, pois Lucy era a única mulher a bordo e eles deveriam vê-la como um homem.
_ Tenho uma coisa para você – disse o capitão de repente e afastando-se um pouco retirou o anel do bolso e ergueu a delicada mão de Lucy – É o anel de noivado, deveria dá-lo a você solenemente no dia da festa, mas não vejo problema algum em dá-lo agora. Ele então colocou o anel. Alguns marujos exclamaram, mas o casal nem ouviu, pois naquele momento tinham olhos e ouvidos apenas um para o outro.
- É lindo! – exclamou uma Lucy que não cabia em si de alegria – Isso quer dizer então que já estamos noivos?
_ Digamos que sim.
_ Mas... mas é tão... Não posso aceitar...
_ Lucy, esse anel tem passado de geração em geração em minha família. É dado para a pessoa que se ama. Foi minha mãe quem me deu. Nunca o usei é claro pois é um anel feminino. Creio que se minha mãe tivesse tido uma filha mulher... O fato é que o guardei para dar a mulher que escolhi para ser mãe dos meus filhos, a que mais amo nesse mundo.
_ John – disse Lucy suspirando – Se era da sua mãe você deveria guardá-lo, é uma lembrança, um...
_ Não, Lucy. É mais prazeroso vê-lo em seu dedo do que na caixinha encardida que o guardava. Haaa! – exclamou ele como quem se esquece de dizer uma coisa importante – Este anel é bem peculiar, sabe? – e contou a história do anel num tom divertido –Então – continuou ele observando a expressão surpresa de Lucy - quando quiser de todo coração algo, peça, seja o que for, menos que um defunto levante de sua tumba, o anel realizará seu desejo. Mas será apenas um, portanto, sugiro que faça o pedido numa noite, quando meu pai me segurar na empresa depois do horário, peça para que ele me libere logo para que eu possa ir embora vê-la, ou para que caiba num de seus vestidos após ter tido dez filhos ou...
_ Ei! – disse Lucy em meio a risos – Eu não quero engordar nunca. Vai que você resolva trocar a ‘leitoa’ por uma ‘gazela’!
_Hum! Se bem que não é uma má idéia!
Lucy lhe dera um tapa de leve e os dois riram.
_ Bem! – disse o capitão tentado conter o riso – Volte a dormir na sua cabine, daqui a pouco irei para a minha. Não quero que fique com olheiras porque senão acabarei trocando a ‘futura leitoa’ pela gazela mais cedo do que imagina!
E os risos entre eles explodiram como fogos de artifício.
_ Brincadeira – disse o capitão abraçando-a novamente e ficando sério – Prometo que a amarei sempre, pelo resto da vida e não haverá nunca outra mulher capaz de te substituir.
Lucy agora também séria, os olhos brilhando de paixão encarou-o e o capitão a beijou suavemente. A luz do luar tentava em vão atravessar a cortina nevoenta para abençoá-los e os marujos não conseguiram disfarçar agora o olhar sobre eles e o desejo de chegar a Londres ardia ainda mais em cada um. Então, inesperadamente um tiro de canhão fez com que o casal se despregasse assustados e olhando ao redor o capitão viu, em meio a nevoa, um navio encardido de aparencia velha e imenso emparelhado com o Grande Galeão á alguns metros. Um outro tiro de canhão disparou e acertou um dos mastros e rachou-o. Os marujos assim como Lucy viam agora o gigantesco e ameaçador navio ao lado deles, com uma bandeira preta com uma caveira com dois ossos cruzados no topo do mastro.
_ Você tem que sair daqui – disse o capitão agarrando-a e levando-a para o castelo do navio – Fique na sua cabine e não saia de lá até o isso terminar - frisou ele agora no corredor das cabines onde os outros marujos que dormiam saiam para o convés. Alguns desesperados pediam instruções ao capitão que tinha os olhos esbugalhados em Lucy. – Fique deitada no chão e não saia até que tudo isso termine. Sua cabine é reforçada, é segura... VÁ.
Lucy então desesperada agora que os tiros de canhões aumentaram, correra para sua cabine enquanto o capitão berrava instruções. Os marujos pegavam suas armas, enquanto outros ficavam a postos dos canhões do Grande Galeão, se preparando para contra atacar. No convés os piratas já invadiam o navio, armados com punhais, mosquetes, machados e pistolas. Assim que pisavam no convés, esses homens de feições malignas, pele judiada e roupas encardidas e rasgadas avançavam para os marujos e atacavam enfurecidos. Logo o som aterrador de espadas colidindo, tiros de mosquetes, golpes de machados e tiros de canhões se mesclavam com os gritos de desespero, dor e fúria dos lobos e os ratos do mar.
Os ratos do mar (que eram os piratas) mesmo estando em numero maior não levavam muita vantagem contra os lobos que apesar de serem poucos, eram fortes e ágeis enquanto os piratas eram fracos e burros.
O capitão John armado de seu mosquete parecia incansável e invencível. Ao seu redor o número de cabeças e braços decepados aumentavam na media em que os piratas avançavam sobre ele. Até agora, os lobos do mar não avistaram o capitão pirata que observava a batalha no castelo de seu navio que era destruído a cada tiro de canhão.
Lucy permanecia estirada em sua cabine, mas se sentia covarde em estar ali enquanto seu amado lutava lá em cima com seus homens. Sabia que não poderia fazer muita coisa se decidisse lutar, ou melhor, não poderia fazer nada, não sabia nem segurar uma pistola, mas mesmo assim, decidiu sair e enfrentar a seu modo os piratas. Sentia também uma necessidade e um desespero descontrolado de ver o capitão. Quando saiu da cabine, viu o corredor coberto de sangue e corpos espalhados, o horror a abraçou aponto de quase sufocá-la mas isso só aumentou sua coragem e determinação para lutar. Apanhou uma pistola sangrenta no chão e saiu para o convés. A luta pelo jeito não iria demorar para terminar, dezenas de corpos jaziam no chão, a maioria eram seus companheiros. Horrorizada, olhou para os lados e viu John lutando com três ou quatro piratas armados com machados. Ela então, segurando, a pistola com as duas mãos, disparou nos ratos que o atacavam e por sorte acertou um na cabeça, isso pareceu animá-la. Subiu pelo mastro e apoiando-se nas cordas, disparou novamente, mas não saiu tiro algum. As balas haviam acabado. Frustrada e trêmula desceu e retirou um cutelo enfiado na barriga de um pirata e golpeou um, dois, três... Os que golpeava eram os que lutavam contra os marujos do Grande Galeão. Com seu vestido branco, manchado de sangue esgueirava-se e arrancava uma cabeça aqui e um braço ali e por um bom tempo continuou assim.
O Grande Galeão estava em destroços. Um dos mastros se partira no meio e havia destruição por toda parte. O casco fora atingido em vários pontos e quando o capitão John ao reparar na proa do seu navio que se inclinava, avistou Lucy lutando. O pavor em seu rosto aumentou, girou seu mosquete e arrancara duas cabeças e correra ao encontro de Lucy.
_ Você é louca? – bradou ele decepando mais uma cabeça de um pirata esguio que corria para atacar Lucy – Mandei ficar na cabine. Está tentando se matar?
_ Não pude evitar – respondeu ela cada vez mais surpresa consigo mesma. - Não sou uma covarde. – e afundou seu cutelo na garganta de um pirata baixinho.
_ Vou...
Mas o resto da frase ele não terminou, pois uma voz gutural e estridente o fez emudecer:
_ Resistam pestes! – disse um corpulento homem com uma juba de cabelos emaranhados e rosto cicatrizado que acabara de pular no navio. Usava roupas extravagantes e um feio chapéu preto. Seu rosto era de poucos amigos – Não têm a menor chance contra os homens do capitão Casca Grossa.
O capitão John aproveitando que agora não havia nenhum pirata desocupado perto dele, agarrou o braço de Lucy e levou-a em direção ao castelo destruído, mas o feio capitão se interpôs entre eles e agarrou o outro braço de Lucy que gritou. John se virou e tentou golpeá-lo, mas o outro, diferente dos demais piratas não era burro e nem lento, desviou com precisão do golpe, desarmou John e Lucy com seu mosquete e arrastou-a em direção ao seu navio. Uma bala de canhão atingira a lateral do castelo e lascas de madeira acertaram a barriga de John que parou na hora e, meio agachado, cobriu-a com as mãos. Lucy o fitava desamparada, enquanto era arrastada como um saco vazio. Via as mãos de John cobertas de sangue, ele a fitava também. Uma lágrima escorria de seus olhos e se misturavam ao suor. O pirata jogou Lucy no ombro, segurou uma corda e se preparou para atravessar, mas nesse momento, John se ergueu, tirou as mãos da barriga para apanhar seu mosquete e um emaranhado de tripas caíra para o chão, ele, com os olhos em Lucy tentou dizer algo, mas não conseguiu, tombou de lado e antes que batesse no chão, um machado lhe arrancara a cabeça e a arremessara no mar. Lucy gritou e chamou por ele, o capitão com um sorriso firmou-se na corda e como um macaco num cipó, atravessou para o seu navio.
Pouco tempo depois, os marujos do Grande Galeão jaziam mortos e os piratas que sobreviveram, saquearam apressadamente todo o ouro e prata e depois de alguns minutos, todos observavam satisfeitos o Grande Galeão ser engolido pelo mar e assim que ele desapareceu, os piratas urraram de alegria. Uma pequena orquestra começou a tocar e a festa começou.
Lucy não vira o Grande Galeão se afundar, pois fora levada ao castelo do navio e agora jazia numa cadeira. Lagrimas não paravam de rolar de sua face e um tremor descontrolável dominava seu corpo, fazendo a cadeira balançar também. Estava rodeada de piratas, todos cheirando a sangue. O capitão Casca Grossa sentara-se defronte a ela e fazia perguntas do tipo, “ Qual seu nome, florzinha?, “ Que idade tem?”... Como ela não respondia as simples perguntas, bombardeou-a com frases obscenas do tipo: “ Quer que eu a possua?” “Garanto que sou bom de cama, mas se você não se sentir satisfeita, posso dividi-la com minha turma aqui! Você quer, gazela?” Ela ignorava-o completamente. Na verdade mal ouvia o que ele dizia, repassava em sua mente a cena em que vira John morrer. Não queria acreditar, a poucas horas estavam os dois juntos e felizes, cheios de planos e agora John estava morto e ela nas mãos dos piratas.
Depois de tentar inutilmente fazê-la conversar, o capitão Casca Grossa irritou-se, chutou a cadeira em que se sentava e a colocou de pé:
_ Acho que a dança a animará.
Agarrou-a na cintura e pôs-se a dançar grotescamente enquanto os piratas babavam em êxtase e bebiam rum. Lucy o esmurrava, tentava morde-lo, livrar-se dele, mas isso só provocava risos do capitão e sua tripulação. Depois de tanto rodopiar, o capitão a jogou na mesa e disse:
_ Chega de dança. Vamos pra melhor parte.
Retirou o cinto e abaixou as calças:
_ Marujos imundos – disse ele olhando ao redor – Aprendam como se trata uma prostituta de Satã na cama.
E se jogou em cima dela. Ela gritou, xingou, berrou e esperneou e isso aumentou ainda mais o tesão do Casca Grossa. Ele tentou beijá-la, mas ela afastou sua cabeça grande e feia com as mãos e com isso viu o anel em seu dedo. Um raio de esperança surgiu, fechou os olhos, se concentrou no anel e disse:
_ Quero que sejam todos mortos pelos espíritos daqueles que morreram nas malditas mãos de vocês. Que sangrem e que sofram.
Ouve silêncio total, até a banda que tocava ao fundo parou após ouvir essas palavras. Eles se entreolharam e caíram na gargalhada logo em seguida.
_ Prostituta imunda e doida! – berrou o capitão – Acha que é uma bruxa? – e desferiu um golpe em seu rosto – Vou fazer essa prostituta gemer tanto que até no inferno ouvirão seus gemidos, depois, o que sobrar é de vocês.
Todos urraram concordando. O capitão ordenou para que segurassem os braços e as pernas dela e começou a se despir. Logo após tirar a camisa, um vento avassalador tomou conta do navio e formaram ondas enormes no mar. O navio fora sacudido em todas as direções, as ondas pareciam querer virá-lo. A bandeira no alto do mastro rasgou-se com a força do vento.
_ Que diabos. – xingou o capitão saindo de cima dela e se segurando para não cair – Tempestade agora NÃO! HOMENS, PARA O CONVÉS. LEVEM ESSA PROSTITUTA PARA O PORÃO, DEPOIS CUIDAREMOS DELA. RÁPIDO, BANDO DE LESMAS.
Três homens agarraram Lucy enquanto o resto corria atrapalhados para o convés, mas na mediada que saiam, berros e urros de pavor aumentavam. Os três piratas que seguravam Lucy a soltaram e correram para lá e Lucy convicta do que acontecia lá fora, os seguiu. O que viu fora uma cena que jamais iria esquecer, assim como a morte de John, mesmo que vivesse cem anos. Vultos prateados armados sobrevoavam o navio e atacavam. Enterravam cutelos, cimitarras, punhais, mosquetes dentre outras armas nos piratas que impotentes e assustados tentavam correr para escapar do ataque. Num canto o capitão Casca Grossa era atacado por inúmeros fantasmas que enfiavam apenas a ponta de suas armas para que sofresse mais, depois sem pressa, decapitaram suas pernas braços e o deixaram morrer agonizado. Lucy olhava por todo lado a procura de John, sabia que ele também deveria estar ali, mas não o via, os fantasmas eram muitos e moviam-se rapidamente ficando impossível contemplá-los por muito tempo. Os gritos foram diminuindo e em pouco tempo cessaram e o mar voltou a ficar calmo.
Os raios do sol foram surgindo ao longe e os fantasmas foram desaparecendo aos poucos. Lucy andava pelo convés chamando por John, mas sua esperança de vê-lo ia sumindo junto com eles. Por fim, ela o avistou. John sorria tristemente enquanto acenava. Ela o chamou de volta, mas ele ia subindo cada vez mais, até que desapareceu. Lucy chorou, escorregou no chão sobre o sangue e gritou agoniada. Quase rouca, contemplou friamente os corpos mutilados ao redor e desejou morrer. Pegou um punhal no chão e fitou-o, a luz do sol refletiu-se nele e quase a cegou. Foi até a borda do navio e cortou as cordas que prendiam um bote e ele caiu no mar.
Quando o sol estava alto e o navio pirata era apenas um pontinho preto no horizonte, no bote, Lucy contemplava pensativa o lindo anel em seu dedo e se odiava por não ter se lembrado dele na hora em que o Grande Galeão estava sendo atacado.
Cansada, deitou-se e cobriu o rosto com as mãos e adormeceu. Quando acordou, se viu a bordo de um navio mercante.

FIM
de Bruno Wolff

Março de 2011

70 comentários:

  1. Nossa adorei! Quase não paro de ler rs
    Você é muito criativo com as histórias. Amo histórias assim, de antigamente, misterioras, de navios. Parabéns pelo blog! Muito sucesso para você.

    http://bruuhloira.blogspot.com/

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  2. Histórias com embarcações antigas sempre são uma boa pedida...parabéns pelo blog cara.....Abraço.

    www.bigodaostudio.blogspot.com

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  3. noossa q postagem longaa! rsrs
    vc eh bem criativo! tow quase vesga aki.! rsrs
    achei o fim taoo trsitee!
    continue assim viu
    parabens pelo blog
    http://lilianevidal61.blogspot.com/
    se der passa no meu ^^

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  4. Ai, que medoo...rs
    Bom final, ADOREI! Rs

    Beijinhos

    ---
    www.jehjeh.com

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  5. Favor, só comente se tiver lido o texto todo. ;)
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  6. Terminarei de ler, mas para lhe adiantar o comentário quero lhe dizer que seu texto é ótimo e me lembra muito um escritor Georges Simenon, que criou o personagem Jules Maigret. Um detetive que investigava casos sombrios na França de dos 1930. Aliás, fica a sugestão.
    Abs.
    Leandro Andrade
    http://diariodeplantao.blogspot.com/

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  7. DEMOREI, MAS CONSEGUI LER. AOERAHORIHAER

    Gostei do vocabulário utilizado, ficou perfeito em relação ao cenário do conto.
    E na verdade, eu não diria que é um conto de terror.

    Mas ele ficou realmente muito bom! :D
    Adoro coisas de piratas, embarcações, guerras e etc. :)
    Parabéns. ^^


    Bom, se vc quiser, dê uma visitada no meu blog depois. ;)

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  8. Muito louco, adoro contos antigos sinistro, parabéns.

    http://blog-adversativo.blogspot.com/

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  9. Nossa, você consegue fazer o leitor prender a respiração com tanto terror.
    Daria um ótimo livros de contos... Pra quem gosta desse tipo de literatura, você é um achado!
    Parabéns!


    http://resenhandomm.blogspot.com/

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  10. Cara, muito bacana seu blog,
    a história é ótima.

    O visual tb é muito bom, parabéns !

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  11. história sensacional .... narrativa incrível

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  12. Seu poder de nos prender no universo da narrativa é impressionante, todas as vezes que leio teu blog tenho a mesma sensação. Parabéns ;s

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  13. huashuass adorei tudo, os piratas os marujos, amei a história e me surpreendi cm o final...bjss

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  14. simplesmente perfeita o conto,,,,muito bem escrito....muito bom...

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  15. Muito massa seu blog , fica uma dica para voce , coloque o resumo de postagens

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  16. Eu achei um tanto triste e sombrio, no melhor do contexto...
    Aquele ar de assombro e dasalento...

    Muito bom!

    ;D

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  17. O TALENTO É INEGÁVEL DE QUEM ESCREVEU...O desenrolar da historia me deu uma certa angustia no final... achei muito fábula a historia do anel... mas boa...
    gostei. venho mais vezes. :)

    Garotiinho asas negras...
    da uma lida na minha serie de 10 contos... que porem so postei 2 ... sera postado um por semana.. seria importante pra mim a pnião de alguem que escreve tão bem.

    http://freund-27desetembro.blogspot.com/

    obg...
    ps: eu te sigo... tu me seguih ?

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  18. Só comente se tiver lido o texto, ok?
    :)

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  19. Que texto! Que criatividade! (invejinha HSUSHUS)
    Adoro esses tipos de contos sinistros *---*
    Estou estudando sobre essa época agora '--'

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  20. Nossa, eu devo confessar que me apaixonei por esta estória pelo fato de se passar numa era medieval, além de tu escreveres muito bem, claro,descreve muito bem os cenários e além de manter a idéia da fala medieval que poucos conseguem fazer. A estória em si fez-me imaginar um filme de mistério medieval com os marujos e tudo mais, me deu uma idéia de criar um conto também, que perfeito não? Tua estória me inspirou, eu já havia escrito sobre medievalismo e mistério com um império chamada Insper Lhay, mas não o terminei, quem sabe seja a hora, pois as cenas que veio em minha mente enquanto eu lia teu conto são fantásticas! Parabéns mesmo! Estarei, sem sombra de duvida, sempre por aqui para ler teus contos.
    Se tu quiseres ler o meu blog que é um estilo medieval, como eu havia dito que gosto, por ventura tu gostes, a diferença é que eu escrevo romance puro com mistério também, mas não como o que tu escreveste que é um mistério mais sombrio, enfim passe lá se sentir-se curioso.

    Até mais
    -------
    http://saramelyssa1.blogspot.com/

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  21. Mais uma historia muito boa amigo, adoro historias desse tipo sempre fazem com que a pessoa queira ler mais e mais, sou um fan de filmes de terror, e suas historias tbm não ficam atrás, adorei vlw.

    http://curioso-ricardo.blogspot.com/

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  22. Meu, parabéns: escreve bem e é muito criativo.

    o texto é de terror, mas tem umas passagens cômicas que são as melhores:

    _ Você é louca? – bradou ele decepando mais uma cabeça de um pirata esguio que corria para atacar Lucy – Mandei ficar na cabine. Está tentando se matar?
    _ Não pude evitar – respondeu ela cada vez mais surpresa consigo mesma. - Não sou uma covarde. – e afundou seu cutelo na garganta de um pirata baixinho.

    Um pirata anão teria ficado ainda mais engraçado... rsr

    http://cafeincidental.blogspot.com/

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  23. Ótimo texto cara. Ainda lerei com calma, mas já gostei do que vi.
    Abraços
    Leandro Andrade
    http://diariodeplantao.blogspot.com/

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  24. otimo texto, a desenvoltura e o final sao mto marcantes :)

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  25. A maneira como o texto foi escrito desenrola uma história muito massa. Entretanto, acho que poderia explorar mais da sua boa escrita.
    Gostei muito da história, bem fatídica e prende o leitor.
    Por: http://quaddronegro.blogspot.com/2011/03/seria-uma-utopia.html

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  26. é cada capitao q me aparece hein allan poe?????


    http://filosofossuicidas.blogspot.com/

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  27. Gostei, mas não entendi como se deu a morte de John! Foram os fantasmas ou o ataque pirata anterior.
    Sobre Lucy acordar no dia seguinte... Teria sido tudo um sonho?
    Acho que viajei... Mas o enredo é bom e dinâmico!

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  28. Gosto de histórias com antinos navios, com fastasmas e sangue fica ainda melhor!

    Parabéns

    http://odesbunde.blogspot.com/

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  29. Ola Eu sou dono do blog os mercenarios
    que é um blog de indicação de afiliados
    até o momento com 180 visualizações diarias
    mas esta sempre eumentando ontem mesmo era 140 hj já aumentou pois estou investindo nos mecanismos de busca o meu blog só tem uma semana mais vai indo perfeitamente bem sempre evoluindo
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    atenciosamente: Diego

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  30. Sou fã do genero e achei o texto bastante surpreendente, bem escrito... ja estou seguindo e segue o meu: http://fleonandthecity.blogspot.com/

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  31. Muitoooooo boooom!
    Gooostei muito cara!
    Suas histórias são muito boas!
    Nos leva a ter uma grande imaginação!
    Parabéns!
    Mas se eu fosse vc naum escrevia tanto assim
    Pois há pessoas que não leem o texto todo!
    Abraço!
    ^^
    http://cantinhocomtudo.blogspot.com/

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  32. Já vim aqui em seu blog algumas vezes e considero relevante seu texto! rsrs

    Esse eu ainda estou lendo... ler aos poucos causa mais terror para mim... ;)

    http://ocotidianodecadadia.blogspot.com/

    Até.

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  33. Adorei seu blog, Parabéns mesmo..
    aproveitei e te seguir viu?!

    visita lá o meu, você vai gostar!!
    www.jmphotosnet.blogspot.com

    Beijos

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  34. Muito inteligente seu texto, prende a atenção do leitor.

    http://villacosmetica.blogspot.com

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  35. Cara, parabéns pela história. Muito criativo...

    http://abobalhado.blogspot.com

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  36. Post gigante,mas como o conto tava bacana ...final um tanto down.

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  37. mto bom o q escreve parabens!!! medo rsrs

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  38. Muito Bom o jeito que escreve e prende quem lê seus textos, confesso que tb achei longo demais.. Sucessoooooooooooooooooooooooooo

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  39. Bastante criativo mesmo. Adorei. Me prendeu a ler do começo ao fim, no príncipio me lembrou um pouco "piratas do caribe" rsrs...Enfim, apesar de um pouco longo, ótimo texto.

    Beijos

    Misunderstood

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  40. caramba kra, eu gostei mto
    seu blog e muito bom
    bem montado, layout legal
    ahhh seu post ficou mto bom tmbm
    parabéns novamente
    continua nessa linha q tá bombando
    <>
    visite-nos e comente tmbm
    gostando siga e avise que retribuiremos
    se seguir deixe o aviso no comentário
    deixando o seu link para retribuirmos
    <>
    grato
    <>
    http://mikaelmoraes.blogspot.com

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  41. Bem criativo seu texto,me obrigou a ler até o fim para saber o final,você é bem criativo,tem bastante talento.

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  42. Levei uns minutos pra ler, mais valeu a pena, bem legaal..mais em internet as pessoas não gostam de coisas muito longas..enfim Parabéns pelo texto e os comentários da galera ai reforça o que digo, é muito bom!!

    Retribui?? http://cantinhodrikasanttos.blogspot.com/

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  43. Muito bom. Você tem um dom e deve usufruir da melhor forma possível, e isso você fez/está fazendo.

    http://oiadolescentes.blogspot.com/

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  44. Opa... li seu conto e achei interessante. Eu li ele em voz alta para minha esposa escutar enquanto ela fritava uns bolinhos. Cara... estórias de piratas me dão uma fome. Sei que ela ficou entretida com a narrativa e deixou os bolinhos todos crus.

    Bom... ela não gostou do fim, ela queria um final feliz.

    Eu já acho que ela tem ainda mais 4 pedidos, pois nenhuma de suas antigas donas o fizeram.

    Já que o john morreu, eu pediria muita riqueza.

    Alem do mais... achei dois erritos para o caso de vc querer corrigir:

    * um navio encardido de "aparecia" velha e imenso emparelhado;
    * O pavor em "eu" rosto aumentou, girou seu mosquete


    FALOU VELHO... VOU LER MAIS.

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  45. Oi Dodi, fiquei deliciado ao me imaginar comendo bolinhos agora, ( bolinhos me trazem boas lembranças) mas não tanto quanto saber que leu está hitória em voz alta. Quanto ao final, foi triste sim, mas acho que nem tanto, pelo menos a gatinha Lucy não morreu e além disso se vingou, rs. Agradeço por ter me dado um toque quanto aos erros hortográficos, vou corrigí-los. Volte sempre. Vlw.

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  46. Não achei sinistro. Muito pelo contrário, é uma bela narrativa. Uma história muito bonita e muito bem ambientada. Está de parabéns. :)

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  47. O_o cara que tenso. Eu vi o que você tinha escrito na comunidade mais ignorei e pensei aah não deve ser tão longo, quando eu abri o blog que vi o tamanho da postagem eu logo pensei nuuuuuuuu que tamanho preguiça pra sempre de ler, eu começei a ler e foi algo instantâneo.. e quando me dei conta já estava no final que é triste, mais assim Sinceramente meus parabéns é difícil encontrar pessoas tão criativas quanto você e você tem um futuro brilhantes. Meus sinceros parabéns.
    Diego Lopes
    http://projetosdeumlouco.blogspot.com/

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  48. Nossa cara quando vi o numero de comentarios fiquei surpreso ,agora não mais ,acho cada um merecido.
    muito boa a história.Eu to muito animado por ter achado um blog como esse,sentia muita falta de algo assim.
    E a história,nossa ficou perfeito ,você acertou os detalhes,como as mãos no bolço,o fato de ela poder ter lembrado do anel antes,nossa muito bom mesmo ,parabéns
    Seguindo

    http://algopoetico.blogspot.com/
    passa la

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  49. Muito bom! Faz tempo que não leio uma história tão envolvente e assustadora! Final perfeito!

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  50. história surpreendente no meio parecia mais um romance mais ai foi ficando mais tensa a história do capitao.
    O fim é triste nao vou contar aqui pro pessoal ler rsrsrs
    Abraço

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  51. caraca ki medo dessa porra dá muito medo ainda mais sozinho em casa muito fodaa nau consegui parar de ler nem um tikinho muito bom..
    otima imaginção a sua heiim muito bom ameyy muito...
    mais medo ainda dessas fotos ai do lado caraca muito bom adorei

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  52. Aiiiii eu adoro essas histórias rsrsrsrs
    Adoro filmes de terror tbm
    Até mais!

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  53. Achei tensa, mas adorei o final...

    Blog interessante, conteúdo diferenciado.

    Até mais
    http://cinemaparceirodaeducacao.blogspot.com/

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  54. Oi sou Fábio Mariz do BLOG Mariz.Moda ( Style Masculino ) adoreiiiiiiiiiiiiiiiii, seu bloguito assim que vi, estou seguindo, visite o nosso e seja um seguidor!

    #ABRAÇO \o/

    (http://www.marizmoda.blogspot.com)
    Siga-nos pelo twitter:
    @FabioMarizReal & @MarizModa

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  55. Haja criatividade! Parabéns, cara :) Ótimo conto

    []'s

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  56. Cara que medo do teu blog sahusahusauashu"
    To seguindoo..

    http://bruhbrito.blogspot.com/



    Um blog pessoal, ali estão meus sentimentos,meus pensamentos..
    Se quiser da uma olhada ;D

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  57. Já tinha lido esse texto seu, mas li novamente.

    A narrativa é mto boa realmente como alguém acima comentou.

    http://odesbunde.blogspot.com/

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  58. Estorias medieval sempre me chamaram a atenção,gostei de como vc a desenvolveu, realmente me chamou muito a atenção, gostei muito do final.
    Muito bom, estou indicando seu blog para alguns amigos e d verdade vc deveria escrever um livro.

    Sensacional o blog!

    Leandro
    www.emquestao.org
    comente!

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  59. Aff
    se eu já tenho medo de filme de terrar, imagina de conto então...
    Mas a postagem vale a pena o mergulho na história. Mto bem escrita,
    parabeneeeesss!!!

    Vou nessa,
    Abraços!

    http://cafeeagua.blogspot.com
    http://redutonegativo.blogspot.com

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  60. Você é um verdadeiro escritor. Viajei e aprendi muito nessa narrativa.

    http://www.papel40kg.com/

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  61. Grande poder com a escrita.Fiquei quase sem ar aqui.Muito boa a história.Parabéns!!!!

    http://aondeasvesvao.blogspot.com/

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  62. Muito legal a sua história, quando eu vi o tamanho pensei: ai, grande :/ mas quando eu fui lendo a história foi me prendendo, e eu estava louca pra chegar no fim porque eu queria saber o que ía acontecer, você escreve muito bem. Parabéns! Já add aos meus favoritos.

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  63. isso me lembrou piratas do caribe!


    devias fazer um livro de contos cara!


    eu compro!



    O melhor blog do meu .... Bairro !!!
    http://blogdocharque.blogspot.com/

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  64. OLOKOOOO BIcho!
    Velho, manda teu conto para esse endereço contato@gatoqle.com.br. É uma editora nova e eles estão selecionando contos para uma publicação. O teu tem a cara deles. Abraços

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  65. criatividade a mil...escrever historias assim tem que elaborar um bom contexto ...muito...bom...

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  66. Suas histórias são muito boas mesmo! Parabéns

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