sábado, 23 de outubro de 2010

TERROR NA CASA VELHA




Neste conto VOCÊ é o personagem principal.

Feche os olhos e quando abri-los novamente você viverá isso...

Um vento morno de fim de tarde abraça-te e seca o suor em sua testa e na palma das mãos. Um tremor, como se tivesse levando um choque de 60 watts envolve-te inteiramente e uma lagrima foge de suas pálpebras fechadas. Respira fundo tentando se acalmar e desanuviar a mente e ao fazer isso, abre os olhos e se vê diante de uma casa velha, rústica e de aparência abandonada. A simples visão desta casa com duas janelas de madeira fechadas, uma enorme porta de carvalho lhe dá uma enorme vontade de correr, mas você não pode, o grande amor de sua vida se encontra lá dentro e só Deus e as pessoas que habitam lá sabe o que ele está fazendo. Mas você irá descobrir, é por isso que está ai. Você tem duvida, curiosidade e o direito de saber o ele faz na estranha casa da pessoa que você mais detesta e que indiscretamente vive dando em cima da sua paixão, tentando conquista-lo (la) e tê-lo (la). Vários pensamentos absurdos mas coerentes invade sua mente, um deles é ‘ Será que eu o (a) perdi para ele (a)’?
Respirando fundo novamente você olha pros dois da rua que se encontra deserta. Poderia procurar alguém pra entrar ai com você, até mesmo a pessoa que lhe contou que viu seu amor entrar ai, mas isso é da sua conta e de mais ninguém. Portanto vá sozinho (a).
Com passos um tanto vacilantes você se dirige ao portão da casa. Passa pelo caminho cimentado ladeado por um jardim morto e com um anjo de pedra em cada lado. O da esquerda jaz no chão lacrimoso, com uma asa caída, enquanto o da direita com uma expressão sonhadora, eleva as mãos ao céus satisfeito e você se pergunta como se sentirá ao sair dali, como o anjo da esquerda ou direita, alegre ou triste?
Pára diante da gigantesca porta de carvalho, tenta ouvir vozes, mas não houve nada, nada a não ser sua respiração entrecortada e o tambor descompassado que é seu coração parecendo ser a digna musica do medo. O astro rei está prestes a ser engolido pelas montanhas ao longe, isso não melhora nada seu estado de espírito.
A pesada porta se abre com um grunhido parecido sair da garganta do diabo e revela uma sala mofada, cheia de quadros estranhos e moveis rústicos. Você chama os donos da casa, apenas dois nomes, o do pai de seu (sua) rival, que por sinal é o velho mais estranho da cidade que tem fama de ser feiticeiro e o da pessoa que você mais detesta. Ninguém responde, a casa parece dormir o sono da morte de tão silenciosa, mas o silencio modorrento é quebrado com o som de seus passos no chão de madeira. Pof, pof, pof... Algo lhe diz que uma coisa muito estranha está acontecendo ali, a atmosfera da casa denuncia isso. Sua boca está mais seca do que nunca. “ Meu amor está em perigo?”. Segue então por um longo corredor, chamando pelos donos da casa. Passa por portas fechadas com desenhos diabólicos esculpidos na maioria delas e no final do corredor encontra uma porta aberta. A luz do por do sol banha o aposento. Prateleiras cheias de livros indicam que é uma biblioteca. Você analisa-as e lê vários títulos estranhos como “ Demônios”, “ A força dos feitiços”, “ Sangue é vida”, “ Lamia, o Demônio” “ Invocando Demônios” e “ Necronomicon”. Este ultimo você já ouviu falar ou leu sobre, Lovecraft o cita em varias de suas obras. É um livro proibido escrito por um poeta árabe louco. Através dele é possível ressuscitar mortos, invocar demônios, conectar com entidades sobrenaturais, viajar por dimensões desconhecidas dentre outras coisas relacionadas ao oculto. Um livro um tanto maldito e assustador. Por isso sua coragem é enfraquecida e você se dá conta de que não há ninguém ai mesmo,muito menos seu amor. Ele poderia ter entrado ali mais cedo e ido embora rapidamente. Decide ir embora e esclarecer tudo com ele mais tarde.
As sombras começam a se deitar na casa e o silencio ainda paira parecendo retardar um acontecimento terrível. Desviando os olhos dos livros malditos você sai do aposento rapidamente e assim que toma o corredor, já com impulso de correr, mesmo com as pernas bambas, ouve uma voz conhecida chamando seu nome e você pára na hora.
A voz soou abafada, meio lenta. Chama então pelo nome de seu amor e ele responde chamando o seu. Ele está atrás de uma das portas. Mas qual? A voz saiu um tanto substancial, parecia vir de um sonho, ou um pesadelo?
Você então abre a porta mais próxima e mesmo através da quase total escuridão, vê vários frascos de aparência viscosa e nojenta dispostos em prateleiras. Fecha rapidamente a porta tentando não vomitar. Abre outra e se depara com um aposento cheio de pentágonos e objetos de formas estranhas. Fecha-a. Abre outra, esta parece ser um quarto normal, você imagina ser o dormitório da pessoa que você mais detesta. Abre outra e o horror lhe domina por completo. Há um corpo ensangüentado estirado no chão, com o rosto oculto por um pano. Um grito rouco sai de sua garganta. Com passos lentos, você se aproxima do corpo, torcendo para que não seja o do amor de sua vida, Mas acalme-se, não pode ser ele! Você não o ouviu chamar seu nome a pouco?
Um alivio o (a) envolve ao tirar o pano do rosto do cadáver. Este corpo, com o pescoço quase decapitado, sem olhos e com a boca aberta como se gritasse, não é o seu amor e ninguém que conhece. Sai então do aposento e já no corredor chama pelo seu amor desesperadamente, não obtém resposta. Abre outra porta, um quarto normal, com cama, cômoda, tapete... nada de horror e muito menos seu amor.
Sai para o corredor e abre outra e se depara numa cozinha com as paredes manchadas de sangue e aos pés da mesa um outro corpo ensangüentado se debate ao ouvir sua aproximação. Corre para ele e tenta ajuda-lo, mas perdera muito sangue. Talvez não há nada que possa fazer. ‘ Vou sair e pedir ajuda’ diz, mas o corpo ensangüentado segura-te pelo colarinho e diz com grande esforço. ‘ O feiticeiro... incorporarará um demônio... saia, salve-se...” e neste instante o pouco brilho que havia nos olhos da vitima é coberto por uma mortalha, a mortalha da morte.
Sai então correndo dali e cheio(a) de desespero continua a chamar pelo seu amor diversas vezes e milagrosamente obtém resposta, desta vez mais clara. Tenta abrir a ultima porta do corredor mas está trancada. Abre a porta ao lado e finalmente vê o grande amor de sua vida, amarrado numa cadeira, está intacto. Um tanto desesperado.
_ Não acredito que aquele(a) desgraçado(a) fez isso com você. – você grita enquanto desamarra-o - Sei que ele (a) te deseja, mas não precisava te submeter a isso..
_ Não foi ele(a) – diz seu amor com voz fraca quando lhe é tirado um chumaço de pano da boca – Foi o pai dele(a). É um louco, encontrei-o na rua e ele me pediu para ajuda-lo a carregar um móvel da casa, vim na hora. Quando cheguei aqui ele me golpeou por trás e quando acordei me vi amarrado aqui. Logo em seguida ouvi mais vozes, duas pessoas. Ouvi elas gritarem depois e o velho dizia que precisava do sangue delas para invocar um demônio do qual não me lembro o nome. Ele veio aqui depois, coberto de sangue e me disse que eu seria a presa para o demônio assim que ele o incorporasse. Ele vinha me comer.. Mais tarde, ouvi o (a) filho (a) dele chegar em casa.... Eles brigaram muito. O primogênito do velho disse-lhe que iria dar parte a policia , disse que iria embora e que o odiava... Ele então o (a) prendeu num dos quartos e não ouvi mais gritos. Depois ouvi ele entrar num quarto bater e trancar a porta.. Ouvi gemidos e lamurias, e ele meio que cochichava numa língua desconhecida e fazia uns barulhos inumanos. Era horrível de se ouvir e por isso desmaiei. Acordei com você me chamando...
_ Vamos dar o fora daqui e chamar a policia – você se vê dizendo.
Saem então e assim que chagam no corredor, a hora do horror sobrenatural chega.
Um uivo abissal é ouvido e você se dá conta de que vem da porta que estava trancada. Em seguida passos pesados.
_ CORRAAAAAAAAAAA... – você grita.
O corredor se enche com o barulho de passos apressados e quase na metade do corredor, vocês param quando ouvem a porta ser quebrada. Nenhum dos dois se atreve agora a olhar pra trás. O medo os domina, desta vez a tremedeira não está como se tivesse levando um choque de 60 wattz e sim de 120.
POF... O som de uma passada semelhante a um tambor de percussão.
POF...POF... Os passos estão lentos. Uma gota de suor escorre pelo seu rosto. Você olha para o seu amor que está também a tremer e parece estar incapaz de se mexer de tanto medo e fraqueza.
POF...POF...POF... Os passos na madeira aceleram um pouco.
_ Vamos... co..rrer – você consegue dizer numa voz tremula e cheia de pânico.
Começam então a caminhar, sem olhar pra trás. Os pesados passos continuam POF..POF..
Vocês aceleram o passo e a coisa atrás de vocês também. POF..POF..POF...POF...POF
E assim a coisa se aproxima. Seu amor olha pra traz e cai no chão, tentando gritar. Mesmo na escuridão, ao abaixar ao lado de seu amor, sem se atrever a olhar a coisa que se aproxima agora novamente com passos lentos, apesar da quase densa escuridão você vê os cabelos do seu jovem amor totalmente grisalhos. Volta o rosto dele para o seu e o vê num choque tremendo. Sua boca aberta num esgar desesperado, os olhos vítreos e saltados...
A coisa agora para ao lado de vocês. Você espera a qualquer momento ser rasgado(a) por grandes mãos inumanas e em seguida ser envolvido (a) por uma enorme boca cheia de dentes pontiagudos e ser engolido por uma garganta abissal. Mas nada acontece, por enquanto.
O tempo é precioso meu caro (minha cara). Levante esse seu traseiro, tente revidar seu amor e dê o fora daí enquanto lhe é dado tempo.
Com uma forte respiração, você pede ao seu amor para se levantar e não olhar pra trás.
Trêmulos e suados, envoltos por uma escuridão infernal, vocês começam a caminhar se perguntando por que não foram devorados pela coisa ainda. Então, quando estão próximos da sala e da enorme porta aberta, ouvem um urro gutural e a coisa começa a andar vagarosamente e em seguida ouve um abafado grito humano, vindo de uma porta um pouco á frente do qual não experimentara. Há alguém mais ali.
Parados defronte a porta, você se pergunta se deve perder tempo e abri-la . Sua bondade lhe diz para abrir. E ao fazer isso a luz da lua que entra pela janela, ilumina a pessoa que você mais detesta e da qual imaginara que estivesse aproveitando do seu amor, amarrada e amordaçada. A coisa está mais próxima, confiante de que pegará vocês, independente se correr ou não. Pelo barulho dos passos você calcula que a coisa está há uns sete metros de distancia de vocês.

Agora estão ai as escolhas da qual caberá a você se decidir por uma:
1. Manda seu amor correr e pedir ajuda enquanto tenta salvar seu (sua) rival, tendo o risco de ser dominado pela coisa
ou
2. foge com seu amor e deixa a coisa acabar com ele(a). O velho agora está dominado pelo demônio e não excitará em destruir o corpinho suculento de seu primogênito.

Tomada a escolha 1.

_ Corra e peça ajuda – diz ao seu amor – Tentarei salva-lo (a).
Seu amor lhe diz que irá ajudar, mas você sabe que não está em condições pois ele viu a coisa e está mais assustado que você.
_ Você está fraco (a), não conseguirá...VÁ. Tenha certeza de que sairemos ilesos (sas) desta.
Seu amor obedece e você percebe que a coisa parou novamente. Não se atrevendo a olhar pra trás, se dirige correndo ao seu (sua) rival e o (a) desamarra facilmente uma vez que as cordas estão bambas devido ao esforço inútil da vitima escapulir.
Assim que liberta a vitima, ela o abraça e agradece, em seguida olha na direção da porta e solta um urro de pavor. A coisa já estava lá, espreitando vocês na escuridão.
O (a) ex prisioneiro (a) começa a escorregar para o chão, quase perdendo os sentidos mas você dá uma bofetada no rosto dele (dela) para mante-lo (la) sóbrio (a) e acordado (a). Ele (ela) o encara com olhos interrogativos e amedrontados.
_ Comer – diz a coisa na soleira da porta – Quero sangue e carne frescos.
A voz é indescritivelmente horrível, jamais usada nos mais clássicos filmes de terror.
O medo tenta sufocar seus pensamentos, seu corpo quer escorregar para o chão e esperar a coisa acabar com seu (sua) rival pra em seguida dominá-lo (la).
Mas não, sua vontade de viver é maior e quer lutar para isso, se morrer, morrerá tentando sobreviver e não como um (uma) covarde inútil.
Seu (sua) rival te abraça novamente quando a coisa começa a se aproximar. Está bloqueando a porta. O aposento é pequeno, se tentar escapar pelos lados, a coisa os agarrará com seus braços longos e mãos gigantescas. Seu cérebro trabalha a mil, tentando encontrar uma saída. Então ao olhar pra os lados, vê a janela aberta e sem excitar puxa seu rival para ela e o joga pela fenda da salvação. A coisa ainda dirige com passos vagarosos até vocês, ela não tem pressa pois sabe que não adianta correr. Ela começa a rir quando você passa uma perna pela janela, ela ri do seu esforço inútil pela sobrevivência.
Correm então ao redor da casa em direção a rua. Seu (sua) rival grita e chora e agora estando mais claro, você repara os cabelos grisalhos da pessoa que acabou de salvar. Lá dentro a coisa continua a rir, um riso parecendo o barulho da matraca da morte e com aquela voz demoníaca a ela grita:
_ Lhes visitarei em sonhos e neles revelarei como irei apanhá-los. – outra risada abissal – E quando esse dia chegar espero encontra-los com muito medo, pois isso, ah, isso me diverte um tanto! – outra risada abissal e em seguida o silencio.
A rua se encontra deserta e silenciosa, e vocês dois partem, abraçados e mal acreditando que escaparam, por enquanto e apesar do acontecido, você se lembra da expressão dos anjos de pedra e se dá conta de que afinal, como o anjo da direita, a alegria e alivio lhe invadia por inteiro (a).

Tomada a escolha 2.

Você então olha para o rosto de seu (sua) rival. Esta com muito medo e se debate como um peixe fora d’água. Se surpreende ao perceber que não sente dó nenhuma.
_ Vamos dar o fora daqui – diz automaticamente
Correm em direção a grande porta de carvalho e quando chegam na rua, olhando para a casa, ouve os gritos aterrorizados da pobre presa enquanto a coisa inominável se banqueteava dela e quando os gritos cessaram, a coisa, provavelmente com a boca cheia de carne e sangue grita:
- Será uma questão de tempo para pegar vocês, enquanto isso brincarei com vocês em seus sonhos e um dia, um dia irei encontrá-los pessoalmente e quero ver pânico e ouvir gritos desesperados da garganta te vocês.
Partem então pela rua deserta, você com duvida, se perguntando se está se sentindo como o anjo da esquerda ou o da direita, no fundo, a tristeza e a alegria lutam por mais espaço em seu coração.

Pronto, agora você está seguro (a) de frente ao PC da sua casa ou lan, mas pelo menos por enquanto.

“ Quando as sombras se deitarem e o silencio em seu quarto escuro pairar, ele surgirá, o inominável gigantesco ser das profundezas do abismo, e com dentes pontiagudos triturará sua carne e os pedaços rolarão pelo abismo de sua garanta maldita”


Então, diz ai, qual fora sua escolha, opção um ou dois?

de Bruno Wolff

Outubro de 2010

16 comentários:

  1. hum....acho que opção 1?? kkkkkkkkkkk nao sei....rsrsrsrsrs...Gostei!! Adoro historias de terror! Parabens!

    ResponderExcluir
  2. Nossa!
    Você escreve muito bem, Bruno.
    Gostei mesmo. Dinâmico.
    Sucesso com os contos.
    Abraços.

    ResponderExcluir
  3. acho q nenhuma das duas haksudhuas
    to com medo aki Oo
    ainda bem q eh só uma historia (prefiro acreditar que é só uma historia)

    ResponderExcluir
  4. "Você analisa-as e lê vários títulos estranhos como “ Demônios”, “ A força dos feitiços”, “ Sangue é vida”, “ Lamia, o Demônio” “ Invocando Demônios” e “ Necronomicon”."

    Gostei dessa parte, bem "terror pop".... rs... valeu!!

    ResponderExcluir
  5. Li um pedaço do texto e achei sensaciona, coloquei nos favoritos para ler tudo mais tarde, estou lhe seguindo.

    ResponderExcluir
  6. eu fiquei com medo de ler no início, depois criei coragem..rsrs
    Li tudo e realmente...Meus Parabéns...
    você escrevemuito bem. Eu não gosto deste gênero literário, mas até que não curto muito gostei.
    A e eu fico com o final 1, foi mais emcionante.

    Parabéns ;*

    ResponderExcluir
  7. já li várias vezes teu blog. Gosto destes contos, gostos do terror. Eu escolheria a opção dois.

    Muito bom, parabéns pelo blog
    http://umdiaentenderei.blogspot.com/

    ResponderExcluir
  8. Sinistro... já dei uma olhada em outros textos seus. Parabéns Bruno, seu talento é visivel.. o terror não é explorado aqui no Brasil... Mas com um talento como você... (Sou do Recanto) Abraço.

    ResponderExcluir
  9. Gostei muito do conto, embora tenha implicado com a definição do necronomicon que você deu. Em nenhum momento da sua bibliografia Lovecraft cita demonios. De resto está muito bom e eu escolhi a opção um, embora na vida real eu provavelmente escolhesse a dois...

    http://sonhadordesperto.blogspot.com/

    ResponderExcluir
  10. Bem, fico com a primeira opção. Gostei do seu blog, achei ele no blog revista o poeta. Parabéns, apesar da minha pegada não ser tão inclinada para o terror como a sua, eu gosto muito dessa área. Já fiz alguns posts com um terror mais leve, acho que posso dizer um ultra-romantismo. Vou deixar meu blog abaixo caso queira fazer uma visita. Bom , meus parabéns novamente.
    www.astronauta-de-marmore.blogspot.com

    ResponderExcluir
  11. Gosto bastante de tipo de idéia ai, que tu tem no blog
    Bem legal mesmo

    Grande Abraço

    Se quiser visitar o meu, fique a vontade.

    Blog - http://interatividadeoculta.blogspot.com

    Twitter - http://twitter.com/InterOculta

    Comunidade - http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=107622068

    ResponderExcluir
  12. Em uma situação dessas acho que o medo seria tanto que dificultaria racionalizar atitudes. Não sei o que faria, mas a fuga seria certa.

    Bom conto!

    ResponderExcluir
  13. Não pq mais ao ler essa história lembrei do filme original A Casa da Colina (1963).

    ResponderExcluir
  14. Teu vocabulário poderia ser melhor. E a tua descrição foi boa no começo. Mas depois deixou um pouco a desejar. Para se ter mais proximidade do leitor, utilizar os sentidos é válido, como a sensação que o vento provoca. Melhore por você mesmo. Potêncial há!

    ResponderExcluir
  15. PQP, tenho que falar um palavrão mesmo pra descrever este texto magnífico. Comecei a ler e meus olhos prenderam no monitor. Eu tinha escolhido a opção 1, já que não consigo deixar ninguém pra trás e mantenho tudo acima de mim. Icrível, mas assustador (claro).
    Me arrepiei quando comecei a ler porque quando eu era mais nova escrevi um texto no meu caderno que me tomou cinco páginas e nele eu falava de uma casa abandonada com duas estátuas com expressões diferentes ao lado da porta, me lembrou muito, mas o meu envolvia mais a fantasia não-gótica -por assim dizer-, não tinha a intenção de que o meu fosse assustador.
    Mesmo assim, fico por aqui, dizendo que seu texto está incrível e vou te seguir para sempre estar lendo os outros.
    Parabéns de verdade, desculpe o imenso comentário.
    Se a questão for escrever textos muito descritivos, assustadores e que prendem a gente, você é o ganhador. Haha.
    Abraços!

    ResponderExcluir