segunda-feira, 11 de outubro de 2010

OS CRIMES NO SÍTIO







_ Então o senhor confessa ter matado o Sr. Norberto Rodrigues? - perguntou o delegado de policia debruçado sobre sua mesa. Fitava o réu sentado á sua frente com olhos penetrantes e frios. Ao seu lado, um sargento os observava curioso, enquanto uma testemunha tremia da cabeça aos pés.
_ Sim. - respondeu o acusado, que estava algemado. Este vestia uma camisa xadrez rasgada e jeans desbotada, manchados de sangue. Tinha a face coberta por arranhões e hematomas. - Dei dois tiros num lugar bem merecido no infeliz. Mas como já lhe disse senhor delegado: Não teria feito isso se ele não tivesse matado primeiro.
O delegado recostou na cadeira e disse:
_ Assim será mais fácil, uma vez que não nega o crime. Sargento, deixe-nos a sós. Conversarei com a testemunha assim que terminar com ele.
O sargento empertigou-se. Estava estampado em sua cara barbada que queria ouvir todo o relato, pois sabia que houvera sexo antes do crime, o que resultou em mortes. E ele adorava relatos excitantes, mas obedeceu ao delegado, levando a trêmula testemunha consigo.
Assim que a porta se fechou, o delegado cruzou as pernas, apoiou o queixo nas mãos e disse:
_ Conte-me então como foi, Tião. Tudo, até os mínimos detalhes.
O caipira contemplou a janela por alguns segundos. Lá fora a chuva caia torrencialmente.
_ Bem... - começou ele - tudo começou quando o Sr. e a Sra. Rodrigues mudaram para um sitio próximo ao meu há mais ou menos quatro meses - tinha um sotaque típico de caipira Mineiro, - Devo dizer que fiquei feliz pois meus únicos vizinhos nos últimos anos moravam a três quilômetros de distância, ou seja, vivia sozinho e solitário desde que minha querida Madalena falecera há seis anos. Querendo ser solidário e fazer novos amigos, fui até a casa deles e me ofereci a ajudá-los com a mudança. Eles mais que satisfeitos aceitaram, pois tinham apenas um ajudante que era este homem que acabara de sair de sua sala. Enquanto descarregava-mos o caminhão, os Rodrigues se mostraram ser muito divertidos, faziam varias piadinhas maldosas com o preguiçoso motorista do caminhão que sentou-se á sombra de uma mangueira e puxou a palha, com isso rimos muito. Quando acabamos de por a mudança para dentro, eu ainda os ajudei a colocar os móveis no devido lugar, não eram muitos. Eles eram bem simples. Assim que terminamos, levei-os até minha casa e preparei um delicioso jantar do qual o saboreamos ao ar fresco de minha varanda. Conversamos, rimos e nos divertimos. Quiseram mudar pra roça com o intuito de terem paz e sossego uma vez que eram alvos de fofocas e inveja na cidade, como se fossem os únicos e principalmente porque apostaram no plantio para vender. Naquela noite, não pude deixar de notar o olhar penetrante que a Sra., Rodrigues me lançava a todo momento e quando o Sr. Rodrigues e seu empregado não estavam olhando, ela sorria pra mim de um modo um tanto sedutor. Fiquei indiferente a isso, claro, mas não por muito tempo"
"Com o passar dos dias, a Sra. Rodrigues não deixava de ir á minha casa ao menos três vezes por semana, quando seu marido e empregado saiam para trabalhar. Sempre com uma desculpa: levar alguma quitute, pedir algum mantimento emprestado... Ela ia só para me ver. Decidi então um dia lhe dar uma cantada, foi mais ou menos um mês depois que se mudaram. Foi numa bela manha ensolarada, Sr. delegado, onde me encontrava no curral tratando de minhas criações, ah!... os pássaros pareciam estar mais animados para cantar naquele dia, só para dar um clima mais bonito á cena." Difícil entender como uma mulher bonita como a senhora, com essas pernas bem torneadas, esses seios fartos querendo saltar desse seu decote, essa boca sensual...se interessaria por um magricela sem sal como seu marido" disse-lhe eu. Ela ficou satisfeita, nem se importou pelo que disse do seu marido, apenas lançou-me um olhar penetrante e para me provocar lambeu sensualmente os lábios. Não agüentei Sr. delegado, no mesmo instante eu me aproximei dela, envolvi-a com meus braços e dei-lhe um beijo que a fez respirar depois como se todo ar tivesse acabado. Ela me jogou então dentro dum cocho e pulou em cima de mim. Fizemos amor ali mesmo, Sr. delegado no curral, dentro do cocho, ao redor das vacas e cavalos que não faziam nada a não ser nos olhar com seus olhos negros e curiosos."
"A partir de então, quase todas as manhas eram sagradas á nos Sr. delegado. Ela esperava o marido e o empregado saírem para plantar pra em seguida correr para minha casa e assim, se entregar totalmente a mim. Ah, como ela gostava Sr. delegado, como ela gostava! Arranhava minhas costas, elogiava meu corpo que apesar dos 55 anos, se encontra saradão, minha pegada, minha mãos calosas e principalmente meu... Ela me chamava de Tiaozão Sr. delegado, pois sabia que me chamando assim me deixava mais excitado."
Nesse instante ele parou de falar ao encarar o delegado que o fitava com um olhar esbugalhado, a boca entreaberta, numa firme concentração.
_ O que mais ela dizia? - perguntou o delegado engolindo grande golfada de saliva - Quero dizer, - disse ele disfarçando, coçando o nariz e fazendo uma voz mais profissional. - continue, sem intervalos.
O caipira ignorando aquela expressão de excitação do delegado, continuou:
_ Foi bom enquanto durou, Sr. delegado. Até que um dia, tudo foi por água a baixo.
_ E esse dia fora hoje! O dia em que você se tornou assassino. - comentou o delegado agora impassível.
_ Sim. Foi uma loucura. A Sra. Rodrigues fora á minha casa mais cedo hoje, ás seis, sendo que costumava ir às oito devido o marido ter saído mais cedo, queria, segundo ela, terminar uma cerca que ele estava fazendo á uns quinhentos metros de distancia. Ela me chamou pra ir ate a casa dela, pra fazermos amor lá, Sr. delegado. Eu logo disse não, que era arriscado e estaríamos cometendo um pecado maior ainda, imagina só, ela trair o magricela do marido na própria casa! Mas ela contestou e me convenceu ao dizer que achava isso mais excitante. Fomos correndo sob uma fina garoa e nos atiramos na grande cama em que ela e o maridão se deitavam toda noite. Ah! Como fora bom, Sr. delegado, mas nosso ato louco e pecaminoso durou pouco. Quando estávamos chegando ao auge do prazer, a porta do quarto fora aberta de supetão revelando o Sr. Rodrigues. Sua expressão ao nos ver ali fora de profunda surpresa e ódio. No mesmo instante, gritando, ele me agarrou e me tirou de cima da mulher e logo em seguida deu-lhe uma forte bofetada na cara do qual lhe arrancara um dente. Fui pra cima dele pra defender a mulher, mas ele apesar da magreza, tinha uma forte aliada, a agilidade; me golpeou com o pé me jogando contra a parede da qual bati a cabeça. Receio que fiquei inconsciente por alguns segundo pois quando abri os olhos vi dois canos de uma espingarda apontada para minha cara. As portas do guarda-roupas estavam escancaradas, denunciando que ele havia tirado ela dali. A mulher gritava, ainda nua na cama, com a boca cheia de sangue mesclado com o meu sêmen."
_Levante seu monte de merda. E se quiser viver vai fazer o que eu mando - disse-me com uma voz que nem parecia ser a dele de tão grossa. É lógico que obedeci e quando me ergui, tremulo, ele, para minha surpresa me entregou a espingarda após pegar uma 38 do guarda-roupas, que alias merecia ser chamada de guarda-armas e ordenou:
_ Suba na cama.
"Quase não pude obedecer devido a tremura das minhas pernas. Não entendia o porquê me dera, poderia apontar pra ele e dar-lhe um tiro naquele momento, mas temi que a arma estivesse descarregada, sendo assim ele iria rir da minha cara enquanto disparava a poderosa na minha na minha."
_ Esfregue o cano da espingarda no seio da vadia. - ordenou ele.
"A Sra. Rodrigues urrou desesperada. Olhei pra ele indignado ao que na mesma hora ele agitou a 38 para mim ameaçadoramente."
_ Faça o que eu mando ou então farei um furo na sua testa.
"Fiquei um tempo encarando-o, esperando que ele dissesse: 'Brincadeira, você está sonhado!' e parasse com aquilo, mas ele me tirou do devaneio e incredulidade ao meter a coronha da sua arma na minha cara. No mesmo instante, apontei a espingarda para ele. Senti as mãos da Sra. Rodrigues posar frias e tremulas sobre meus ombros como se me incentivasse a atirar. O Sr. Rodrigues riu de se acabar, uma risada louca eu diria, cavernosa e sem emoção.
_ Sua anta. Atira! Acha mesmo que eu iria te dar uma arma carregada? Nãoooooooo. Posso ser bobo a ponto de confiar de mais em minha mulher e num caipira desconhecido como você, mas dar uma arma carregada ao meu inimigo, não, isso não! - e riu - Quero que me obedeça ou então mato os dois. Entenderam?
"Fomos obrigados a assentir."
_ Ótimo - continuou ele, um sorriso diabólico deformava-lhe a face seca. - Esfregue o cano, ou melhor, os canos da arma nos seios da vadia.
_ Meu amor, - começou ela, até então parecia ter perdido a voz de tanto medo - por favor, eu sei que errei e mereço ser castigada, mas não desta maneira. Guarde a arma e vamos conversar..."
_ Cale a boca, cadela - cortou ele - Cale-se pois da sua boca só sai merda, vadia imunda. E você seu ogro peludo, faça o que eu mando, esfregue esse cano nos malditos seios da minha mulher.
"Eu obedeci Sr. delegado. Ela se deitou chorando mais do que nunca e eu esfreguei o cano em seus seios, dos quais estavam molhados de suor e saliva."
_ Aposto que está adorando!Agora meta-o na boca dela. - mandou o chifrudo ensandecido. Eu o encarei novamente a fim de protestar, mas nesse instante ele metera a coronha da arma na minha cara novamente - Faça o que eu mando ou então se juntará a sua velha agora mesmo.
"Novamente e sem nenhum pingo de excitação, eu obedeci. Dava dó Sr. delegado, de ver a Sra. Rodrigues quase se engasgar com aqueles dois canos na boca enquanto as lagrimas escorriam e todo o seu corpo tremia, fazendo as molas da cama gemerem."
- Isso! Olha como a prostitua gosta.- mentiu ele rindo - Agora meta-o lá em baixo. - disse ele se aproximando mais, com olhos esbugalhados e translúcidos - E você sua vaca pode gemer a vontade. Imagine que é ele quem está te possuindo. Esqueça que eu estou aqui e que estão prestes a morrer, caso saiam da linha, claro.
"Nós obedecemos, senhor delegado, ela pelo menos gemeu devido ao choro e humilhação. Minhas mãos tremiam enquanto segurava a ponta da espingarda naquele magnífico local."
_ Está gostando vagabunda? - gritou ele - Tem dois canos penetrando em você, em? Dois canos penetrando em você! Não é excitante ouvir isso? Dá mesma forma que é excitante trair seu marido enquanto ele batalha honestamente para te vestir e te alimentar? Em vagabunda, responda?
"Ele esperou um momento onde a serena chuva era a única a ser ouvia e os lamurientos gemidos da Sra. Rodrigues, em seguida ele riu."
_ Que tal a lição em? Nunca mais vai enganar seu marido, vai? O homem que sempre foi fiel a você; que veio para esse fim de mundo para plantar e colher, pra melhorar nossa situação financeira. Vai respeitar o homem que você jurou fidelidade há seis anos na igreja na frente dos seus pais e amigos? Vai implorar perdão ao homem que lhe provocava arrepios e arrancava gemidos todas às malditas noites? Em vagabunda... RESPONDA!
_ Eu juro que.... - começou ela quase gritando
_ Cale-se. - cortou ele - Eu responderei pra você e a resposta é NÃO, para todas. Não serei mais o bobo da corte.
_ Posso tirar a arma agora? - perguntei humildemente.
_ Saia já daí com isso. - disse ele - Acabarei com isso agora.
_ Por favor - supliquei a ele enquanto atirava a espingarda no chão e corria a vestir minhas roupas - Por favor, me perdoe.. Nos perdoe. Não parei pra pensar no grave erro...
_ Suas palavras são inúteis - respondeu ele - é melhor ficar calado.
"E ao dizer isso se aproximou de mim com passos largos e pesados e fez esse estrago na minha cara". - Ele apontou para a face coberta de hematomas e profundos arranhões.
_ Como pode ser tão pobre de espírito a ponto de enganar um cara que sempre lhe tratou bem? - dizia ele enquanto quebrava minha cara - Como pode fazer isso a um homem que o via como um amigo?
"Então, a Sra. Rodrigues despertou do transe e medo que a paralisava e pulou nas costas do marido e o derrubou, mas o infeliz era ágil como um gato, antes que eu pudesse me erguer e aproveitar a situação para dominá-lo, ele já estava de pé apontando a arma na cara da mulher ao mesmo tempo em que a jogava na cama."
_ Eu te amava - disse ele lamuriento - Eu te amo. Sempre fui um homem bom. Talvez meu erro esteja ai, não é? Ser bom e honesto de mais com você!... Imagina, seu não tivesse vindo agora para pegar alguns pregos, só Deus sabe até quando você continuaria me enganando.
_ Norberto, por favor, - disse eu me erguendo aos poucos - vamos conversar, largue a arma e vamos conversar civilizadamente.
_ Cale-se e sente-se ai, seu ogro sujo.
"Ele então se deitou em cima da mulher e a beijou, senhor delegado, ele ainda a beijou na boca e ela correspondeu. Mas apontava a arma pra cabeça dela. Eu senti que podia fazer algo no momento, mas não me veio nada em mente, o horror e o medo me paralisaram. Vi ele elevar o bumbum pra cima, ainda beijando-a enquanto a mão que segurava a arma decia sorrateiramente para baixo pra se encaixava dentro da vagina da mulher. Ela empurrou-o quando sentiu o cano frio novamente e foi nesse momento que ele atirou, sim, senhor delegado. Ele atirou dentro da genitália dela e creio que a bala foi parar perto da sua goela. O que se sucedera depois foi muito difuso e rápido. Ele se levantou ao mesmo tempo em que me dirigia a ele. Não sei o que pensava naquele momento, vi uma lagrima se desprender de seus olhos, mas nunca saberei se era de remorso de ter atirado na esposa ou por ter sido traído."
"Mergulhei então em cima dele e caímos deitados na cama, em cima da Sra. Rodrigues que por sinal dava seus últimos espasmos. Travamos uma luta ali, nos lambuzando naquele sangue. Por fim consegui tirar a arma dele e logo ordenei que tirasse a roupa, ele implorou, chorou e obedeceu. Mandei-o fazer o que ordenara que eu fizesse com a infeliz e por fim, dei dois tiros no anus do desgraçado, que caiu no chão imóvel. Foi nesse instante que o empregado dele chegou e me viu apontando a arma para o copo do seu patrão no chão. Creio que ouvira o primeiro disparo e correra para ver do que se tratava. Ele gritou ao ver a cena e admiro a coragem dele, apesar de tudo ele voou ate mim e me socou a cara, como se eu precisasse de mais um golpe pra deformar ainda mais meu rosto. Deixei que ele me tomasse a arma e contei pra ele o acontecido enquanto verificava se seus patrões ainda estavam vivos. Não sei se me ouviu. Ele então ligou pra policia da qual não demorara mais que uma hora e meia pra chegar ao local que fica á quinze quilômetros desta cidade."

Ouve um longo e pesado selênico em que nenhum dos dois ouvia sequer a chuva lá fora, pois estavam mergulhados em pensamentos.
_É uma historia e tanto - disse o delegado, por fim - Difícil até de acreditar, pois nunca ouvi algo tão horrendamente semelhante. Dar tiro nas partes íntimas...
_ Ele ia me matar também Sr. delegado - disse o caipira - Matei para me defender. Foi em legitima defesa.
O delegado o estudou por alguns segundos. Não havia mentira no olhar do homem a sua frente. E ele conhecia muito bem quando um criminoso falava a verdade ou não. Afinal, havia mais de dez anos que trabalhava naquela sala.
_ Passará uma temporada preso, meu caro, até tudo ser esclarecido. - disse o delegado se levantando e se dirigindo a ele - Farei investigações, ouvirei a testemunha... Mas sabe de uma coisa? - ele agora estava atrás do caipira - Vamos nos divertir muito enquanto isso, Tiãozão! - terminou ele pousando as mãos nos ombros de Tião.

Fim

de Bruno Wolff

Outubro de 2010

32 comentários:

  1. Entrei para divulgar meu Blog, mas valeu muito pelo conteúdo que li, adorei seu blog, muito maneiro, parabéns. Gostei mais por ser um fã de metal igual a mim, ouço muito Iron, After Forever, Épica, Kamelot, Sirena...grande abraço e quando puder me visite.

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  2. Nossa OO: que criatividade veei. Gostaria de ter essa capacidade.Você escreve maravilhosamente bem. Já visitei blogs paracidos, curto ler esse tipo de texto também.e amei o teu :DD Parabéns.

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  3. é "engraçado" mas adoro contos de terror e odeio filmes, só alguns que salvam.

    Gostei muito do seu texto, apesar do tema ser pesado, você tem um jeito de escrever simples que faz toda a diferença. Tem gente que acha que só porque é de terror tem que ser pesadão. A narrativa fica muito mais leve e empolgante, como no seu caso.

    Abraços
    http://ceucaindo.blogspot.com/

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  4. Sabe o que me fez pensar seu texto?
    No album do Nick Cave: Murder Ballads
    Acho que ficaria perfeito de trilha sonora...
    A descrição do crime contado é um tanto desconcertante, mas muito bem estruturada... O final deixa um sabor angustiante.


    Muito bom!

    ;D

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  5. Gostei do post num estilo policial! XD Li textos assim quando comecei a gostar de ler quando eu tinha 12 anos. Imagens assustadoras no seu blog! Mas, ficou demais! X)

    Grande abraço!

    http://neowellblog.wordpress.com/

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  6. A História é longa, mas é boa!!!
    bem original, parabens!!!
    to te seguindo

    Visitem
    http://curiosomundodorock.blogspot.com/
    As maiores e as piores curiosidades da história do Rock

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  7. de fuderrr!! gosei do blog

    Sinopse:
    Ano 2012 a terra é bombardeada por uma chuva de asteroides, todo planeta foi devastado, agora a terra é um planeta diferente do qual conhecemos hoje. E por algum motivo um ÚNICO homem sobrevive ao desastre. O que o aguarda nesse novo mundo?
    Acompanhe a saga de ÚNICO

    http://acaoeartehqs.blogspot.com/

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  8. Nossa.. Realmente longa.. Dessa vez nem foi tanto "terror" como você normalmente escreve..rs Gotei!!..

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  9. Seu blog é aterrorizante e esse texto é fantástico. Um toque de suspense com criatividade, muito legal !

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  10. uihuhuiuhiuiuhi
    ui ui ui
    arrupiei todim

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  11. Nossa, bem instigante. Como disse nossa amiga acima, não foi tanto terror assim, foi mais uma mistura de suspense com erotismo. Parabéns pelos textos.
    Um abraço!

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  12. Nossa demorado para ler mais criativo, ainda mais o final

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  13. vou lhe contar q estou bem surpreendido com a qualidade do texto que li! vou aguardar mais postagens meu amigo e o livro do post anterior tbm, mantenha-nos informados!

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  14. uaaaaaaauuuu!!! seus textos tem qualidade, meu rapaz, são fabulosos!
    http://pingodegloss.blogspot.com/

    vou visitar mais vezes

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  15. Boa leitura

    http://blogdodiverso.blogspot.com/

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  16. Vim parar aqui vindo da comunidade Blogs Brasil. Comecei a ler esperando um conto de terror e encontrei outra coisa. Um suspence policial muito bem escrito e com um erotismo certeiro. Muito bom. Vou passar a seguir.Vou seguir.

    http://sonhadordesperto.blogspot.com/

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  17. Bem legal esse conto!!!


    http://curiosomundodorock.blogspot.com/

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  18. Que filme é esse?
    Tremendo roteiro véio...
    Abraço

    www.tocadowilliam.com

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  19. velhão ,teu blog é do karalho!!!
    gostei pacas, passa no meu : http://thebrca.blogspot.com

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  20. Que interessante seu blog!
    Gostei do conto =]
    Sucesso com o blog
    http://luceccy.blogspot.com/

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  21. Esse depoimento é macabro mesmo, não é reclamação, apenas minha opinião, é que achei o texto longo demais pra ler de uma tacada só, ainda mais na correria. Vou guardar o link pra ler de noite em casa com mais calma os outros posts...

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  22. Bem criativo esse conto, porém com menos doses de terror do que os que geralmente você escreve por aqui!

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  23. Opa

    Bah, tive que salvar nos favoritos teu blog, pra poder ler tua postagem outra hora, pra hoje é muito texto ahsuhaushuahs
    mas vou ler sim, pode deixar..

    se quiser acessar, fique a vontade

    http://interatividadeoculta.blogspot.com/

    Abraço

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  24. Mais uma boa história, com um final inesperado (pelo menos pra mim).
    Perfeita a forma como você narra os acontecimentos, sem poupar palavras o que torna o desenrolar bastante rico.
    Gostei muito, Bruno!

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  25. Este comentário foi removido pelo autor.

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  26. Muito bom o blog...Adorei o conteudo...

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  27. Bem interessante essa história, talvez vc deva gostar de Aghata Christie.

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